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IGN está a todo vapor com seu IGN First desse mês, e nos deu mais uma palinha
sobre No Man’s Sky. Ontem já mostramos aqui dois vídeos falando um pouco mais sobre a exploração, e sobre alguns
desses planetas, onde em 10 minutos foram explorados 5 deles. Hoje o simpático
Sean Murray mostra como funciona o universo infinito do game.
Murray
conta como o os mundos são gerados proceduralmente, bem como os sistemas
solares e os planetas do jogo, cada um com modo de vida e ecologia próprios.
Ele conta também que ao visitar um planeta aleatório ele pode viajar por dias e
dias e acabar voltando ao mesmo ponto que estava antes.
“Tudo o que você vê ao seu redor: a
água, as criaturas, a floresta, tudo é gerado pela matemática. Tudo é feito na
hora em que você começa a jogar. Se duas pessoas forem ao mesmo planeta, elas
verão a mesma coisa, mas o conteúdo daquele planeta será gerado apenas naquele
momento.”
“Quando você voltar, porém, tudo é
gerado do mesmo jeito na sua frente. É matemática -- e a matemática sempre tem
que funcionar do mesmo jeito.”
Murray
comenta durante o vídeo sobre a variação dos animais, que possuem uma forma
distinta entre cada um dos milhões de planetas do jogo.
“Cada uma dessas variedades pode ser
criada nos planetas com seu comportamento. O comportamento dos animais não está
relacionado necessariamente à sua aparência.”
“É assim que geramos as criaturas de No Man's Sky, mas também as naves, as
construções e até mesmo a grama do jogo. O que muda muito a jogabilidade de NMS
é o terreno -- que, olha só, também é gerado proceduralmente, cuja intensidade
muda à maneira como você se aproxima. Quando eu olho para o jogo, não vejo mais
as coisas do jogo. Eu só vejo a fórmula matemática por trás de cada uma dessas
coisas. Como eu disse, é a matemática que vai permitir que você navegue por
dias e dias pelo mesmo planeta. E é a matemática que faz com que tudo isso
possa ser jogado assim. Com apenas um clique ou uma mudança na fórmula, podemos
gerar planetas totalmente diferentes.”
“É um universo infinito, como eu sempre
acreditei, e é o jeito que eu acho que faz sentido para as pessoas saírem
explorando tudo por aí."

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