quinta-feira, 23 de julho de 2015

Como funciona o universo infinito de No Man’s Sky?

A IGN está a todo vapor com seu IGN First desse mês, e nos deu mais uma palinha sobre No Man’s Sky. Ontem já mostramos aqui dois vídeos falando um pouco mais sobre a exploração, e sobre alguns desses planetas, onde em 10 minutos foram explorados 5 deles. Hoje o simpático Sean Murray mostra como funciona o universo infinito do game.

Murray conta como o os mundos são gerados proceduralmente, bem como os sistemas solares e os planetas do jogo, cada um com modo de vida e ecologia próprios. Ele conta também que ao visitar um planeta aleatório ele pode viajar por dias e dias e acabar voltando ao mesmo ponto que estava antes.
“Tudo o que você vê ao seu redor: a água, as criaturas, a floresta, tudo é gerado pela matemática. Tudo é feito na hora em que você começa a jogar. Se duas pessoas forem ao mesmo planeta, elas verão a mesma coisa, mas o conteúdo daquele planeta será gerado apenas naquele momento.”

“Quando você voltar, porém, tudo é gerado do mesmo jeito na sua frente. É matemática -- e a matemática sempre tem que funcionar do mesmo jeito.”

Murray comenta durante o vídeo sobre a variação dos animais, que possuem uma forma distinta entre cada um dos milhões de planetas do jogo.

“Cada uma dessas variedades pode ser criada nos planetas com seu comportamento. O comportamento dos animais não está relacionado necessariamente à sua aparência.”


“É assim que geramos as criaturas de No Man's Sky, mas também as naves, as construções e até mesmo a grama do jogo. O que muda muito a jogabilidade de NMS é o terreno -- que, olha só, também é gerado proceduralmente, cuja intensidade muda à maneira como você se aproxima. Quando eu olho para o jogo, não vejo mais as coisas do jogo. Eu só vejo a fórmula matemática por trás de cada uma dessas coisas. Como eu disse, é a matemática que vai permitir que você navegue por dias e dias pelo mesmo planeta. E é a matemática que faz com que tudo isso possa ser jogado assim. Com apenas um clique ou uma mudança na fórmula, podemos gerar planetas totalmente diferentes.”

“É um universo infinito, como eu sempre acreditei, e é o jeito que eu acho que faz sentido para as pessoas saírem explorando tudo por aí."

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