terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Análise – Assassin’s Creed: Syndicate

E qual foi a grata surpresa quando resolvi jogar Assassin’s Creed: Syndicate e percebi que ele de longe lembra o seu irmão mais velho e fracassado Unity.
Depois de amargar uma avalanche de bugs e inúmeras críticas negativas que o Assassin’s Creed: Unity conseguiu selecionar, foi com uma certa dúvida que os jogadores olharam para Syndicate.
Syndicate veio para limpar o nome da franquia e dar tudo o que os jogadores sentiram falta em seu antecessor.

História

Syndicate ocorre durante a Revolução Industrial em Londres, em 1868 e você tem o controle de Evie e Jacob Frye, dois irmão gêmeos que lutam para restaurar a ordem e a paz na antiga Londres. Com um novo sistema de Gangs, que tornam o jogo ainda mais divertido e diferente dos seus antecessores, Evie e Jacob precisam ganhar influencia para poder “dominar” toda Londres.
Ao desenrolar da história, existem as missões secundárias que servem para aumentar a influência dos protagonistas na cidade, e nestas missões você encontra personagens históricos mais do que conhecidos, como Darwin e Florence Nightingale.
A história na verdade é bem clichê, sem oferecer reviravoltas para o jogador, mas isto não é um problema, visto a quantidade de missões secundárias e coisas para se fazer durante o jogo.

Jogabilidade

A jogabilidade ainda é bem parecida com a dos anteriores, praticamente idêntica, acrescentando alguns elementos e algumas armas. Foi adicionado ao jogo um arpão estilo o do Batman, o que torna a mobilidade dentro da cidade muito mais rápida.
Existe também a possibilidade de utilizar carroças e charretes dentro da cidade, bem no estilo GTA, onde você rouba o veículo e sai desembestado fugindo de policiais ou outros bandidos.
Existem perseguições de charretes, tiroteios e tudo o que se tem direito. A jogabilidade é bem precisa e não perde nada para outros títulos com a mesma mecânica.
Neste jogo também temos as locomotivas, que servem para deslocamento rápido dentro da cidade e existem algumas missões como controlar o trêm desgovernado e coisas do tipo.
A Londres recriada no jogo é visivelmente bem maior do que Paris do AC: Unity, o que da ao jogador uma capacidade incrível de explorar uma cidade muito bem construída.

Gráficos


Os gráficos seguem o padrão da série, lindos e com construções gigantescas e bem detalhadas. Claro que neste jogo não vemos os mesmos bugs do Unity, não existem esqueletos e nem pessoas sem os olhos andando pela cidade.
É perceptível a diminuição de NPCs no cenário, mas nada que atrapalhe a imersão do jogador; talvez por esta diminuição dificilmente temos queda de framerate.

Som

A trilha sonora não tem nada de marcante, na verdade, é pouco perceptível durante o jogo, isso é um ponto negativo, os jogadores sentem falta de uma trilha marcante, uma música que te remeta a história do jogo, e isso não acontece em Syndicate.
Por outro lado, a dublagem é bom convincente, acompanham os movimentos labiais e dão emoção para a história, tirando alguns NPCs que não receberam dublagem.

Conclusão

Syndicate veio para corrigir o estrago que Unity causou, e com certeza conseguiu isso. Trazendo todo o brilho para a franquia que por um instante pareceu estar fadada ao fracasso. Os novos modos de jogo e a atualização da jogabilidade deram uma vida nova, um novo fôlego para o jogo.


Um jogo que vale cada centavo investido e que leva muito tempo para se conseguir 100% e Platinar.

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